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Religião de paz?

Este breve post é uma resposta ao blog "Hamzaabdullah357" (Leia aqui) a respeito de um artigo sobre o Islamismo e a espada.
Que a maioria, pelo menos aqui no Ocidente, dos Muçulmanos são pessoas pacíficas e que zelam pela moral, ética e convivência harmoniosa com pessoas de credos diferentes eu não tenho a menor dúvida.
Mas, dizer que o Islamismo é em si uma religião igualmente pacifista, considero um erro grave e uma afirmação de quem procura ser indiferente com os fatos.
Há muita diferença entre o indivíduo que em nome do Cristianismo mata alguém ou empreende guerras. Além de um movimento Cristão que gere guerras ser algo muito incomum hoje em dia, os que assim agiram não seguiram qualquer ensino Cristão.
Vejamos. Jesus ensinou que os mansos hão de herdar o Reino dos céus e que se alguém agredir nosso lado, devemos dar o outro lado também. Aprendemos desde cedo a não pagar o mal com o que é mau.
A Igreja Cristã (entenda ‘Igreja’ por aquele ajuntamento de quaisquer pessoas que professam autêntica fé em Cristo de qualquer denominação dita ‘Cristã’) cresceu com os Cristãos morrendo. Foram massacrados pelos Judeus e depois pelos Romanos sem, no entanto, erguerem a mão. Há alguma negação a isso?
No entanto, no Islamismo é diferente. Se alguém diz que o Islamismo prega amor ao próximo, este alguém simplesmente ignora dezenas e dezenas de ayahs (versos do Alcorão) que dizem o oposto.
Por exemplo:
4:89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.
Ibn Kathir, um dos mais proeminentes Muçulmanos dos tempos antigos, comenta sobre este verso:
“Eles esperam que vocês deixem de crer em Muhammad e no Alcorão tal como eles descreem, para que estejam em igualdade com eles seguindo a idolatria. Então não escolham eles como amigos religiosos ou nem procurem ajuda ou assistência deles até que abandonem suas casas, até que creiam novamente e migrem de volta ao caminho de Allah em obediência a Allah; se eles abandorem a fé e partirem para fora, tomai-os como prisioneiros e os mate onde quer que os encontreis em lugar Sagrado ou em qualquer outro lugar...” (FONTE)
E o que dizer de quantas guerras que Mohamed empregou? Será que algum Muçulmano tem caráter suficiente para citá-las todas (ou o máximo possível) demonstrando a razão do início das guerras e a atitude de Mohamed?
Quer dizer? Seremos cegos dizendo que o Islam é uma religião de paz se até mesmo a paz tem de ser paga? Se para eu ser Cristão em meio a um país comandado pela Lei Islâmica eu tenho que pagar uma taxa simplesmente por não ser da religião deles? E esse pagamento é por proteção? Proteção de que? Para proteger os Cristãos dos Muçulmanos? Que ironia!
E por que não comparar Jesus e Mohamed? Ninguém nunca jamais encontrará qualquer conduta que denigra a imagem de Cristo. E quanto a Mohamed? Podemos fazer uma tabela numerando as coisas boas que ele fez e suas más? Alguém se propõe a isso?
Mohamed simplesmente matava qualquer um que se opunha a ele. Ele não vivia pela fé, vivia pela espada. Preciso citar diversas Hadiths para isso? Preciso me dar ao trabalho de abrir os Sahih Muslim, Bukhari, abrir Dawud? Ou será que os Muçulmanos não conhecem isso? Se não conhecerem o que Mohamed fazia toda vez que alguém se opunha a ele, terei o prazer de abrir cada livro e citar diversos exemplos.
Então, colegas Muçulmanos, fico feliz que busquem a paz e a convivência harmoniosa com os de outras religiões. Essa atitude demonstra que vocês estão acima do Alcorão, acima dos relatos da Sunnah, acima de Mohamed. Nenhum dos três tem a atitude que vocês tem.
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O "melhor" homem que já existiu!

Segundo os Muçulmanos, o melhor homem que há existiu foi genocida, pedófilo, estuprador, escravizador, torturador, mutilador, ladrão, extorquidor, covarde que batia em mulheres, polígamo, separatista, enganador e blasfemo.
Antes que alguns 'pacificadores' digam que isso é feio e que ofende a religião alheia, saibam que TUDO isso não é invenção. É tudo extraído dos próprios livros Muçulmanos, do Alcorão e da Hadith, são ensinos sagrados. Mas, ao um Muçulmano ver seu profeta praticando qualquer coisa dessas, eles acham bonito porque incrivelmente Allah revelava que o profeta do Islã podia fazer isso porque ele tem privilégios que os outros não tem. Sim, o melhor homem que já existiu, segundo eles, era um péssimo caráter que simplesmente não pecava porque qualquer pecado que ele cometesse era desculpado por Allah e automaticamente permitido a ele.
Que grande contraste de Jesus!
QUE GRANDE CONTRASTE!
QUE GRANDE DIFERENÇA!
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Multiculturalidade


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Cristão são forçados a se converter ao Islamismo no Egito

Ataques contra os Coptas (Cristãos do Egito) e os sequestros de jovens mulheres continuam no Alto Egito. No sábado passado, na aldeia de Awlad Khalaf (Suhaj, Alto Egito), centenas de extremistas atearam fogo nas casas de Cristãos (na foto). Três pessoas ficaram feridas. Em Minya, duas jovens Coptas foram seqüestradas e forçadas a se converter ao Islã.
A violência anti-Cristã tornou-se um evento diário no Alto Egito, onde a polícia e muitas vezes os militares apoiam os Muçulmanos, disseram fontes à agência AsiaNews. Nesta área sub-policiada do país, os extremistas estão incitando civis muçulmanos contra os Cristãos, utilizando qualquer pretexto para destruir igrejas e casas.
Na aldeia de Awlad Khalaf, os extremistas tentaram impedir a construção de uma casa de 350 m2, acusando a comunidade Cristã de planejar transformá-la em uma igreja assim que a construção terminar. Fontes locais disseram que o proprietário, Wahib Halim Attia, violou a licença original, que autorizava uma casa de apenas 95 m2.
O frade Weesa Azmy, pároco da igreja de São Jorge, na aldeia vizinha, disse que os líderes Cristãos e Muçulmanos já haviam sido informados das irregularidades e tentou convencer o proprietário a parar.
A recusa de Attia provocou os Muçulmanos que, estimulados por alguns extremistas, atacaram casas próximas.
A polícia depois de três horas prendeu alguns adolescentes, com idades entre 10 a 14. No entanto, os instigadores do ataque ainda estão livres. Muitos temem mais ataques.
O vácuo de poder criado por queda de Mubarak tem aumentado o número de sequestros de adolescentes e mulheres jovens Coptas. Seqüestrados em casa ou na rua, eles são forçados a se converter e a se casar com homens Muçulmanos.
O último caso envolve duas meninas de 14 anos de idade, Nacy e Christine de 16 anos, que desapareceram em 12 de Junho. A polícia encontrou as duas dias mais tarde, usando um niqab (burca), mas com a cruz tatuada em seu punho.
Temendo repercussões, elas disseram que se converteram ao Islã. No entanto, o comitê al-Azhar e da Fatwa (decreto religioso) negou que as duas adolescentes Coptas se converteram ao Islã porque elas ainda são menores e ainda não atingiram 18 anos de idade, como é exigido por lei.
Apesar das queixas de suas famílias, os duas adolescentes estão sendo mantidos em um hospital psiquiátrico até o final da investigação.
"O seqüestro diário e a islamização forçada de menores Coptas, realizados por Muçulmanos e financiados pela Arábia Saudita, tem aumentado a um novo nível após a Revolução de 25 de janeiro", disse o ativista Copta Mark Ebeid. Isso também tem "enfurecido bastante os Coptas. Todo mundo agora teme que não sejam mais capazes de suportar quaisquer provocações dos Muçulmanos".

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Clube ensina as esposas a aceitarem a poligamia

Indonésia - O clube divide o país. O objetivo é ensinar as mulheres dedicação total a seus maridos, mesmo na esfera sexual. Para os ativistas, é um pretexto para justificar o casamento com várias mulheres. Para um estudioso islâmico: a relação é como um carro, o marido é o motorista e a esposa de um "submisso e obediente" passageiro.
A sociedade civil é dividida entre aqueles a favor e contra, a classe dominante tem expressado preocupação, enquanto a ala fundamentalista islâmica apoia a iniciativa. O que é certo é que o nascimento na Indonésia - depois da Malásia - do Clube de Esposas Obedientes ('OWC', em Inglês), é uma organização em que as mulheres são totalmente submissas a seus maridos. Até a demanda sexual não passa despercebida. Os críticos apontam que a fundação do clube é apenas um "pretexto" para legitimar a poligamia no país, algo a que a maioria da população se opõe e que é considerada ilegal pelo ex-presidente Suharto, no poder de 1967-1998.
Em 19 de junho, KlubTaat Suam global Ikhwan nasceu, sob a liderança da presidente Gina Puspita. O grupo já tem 50 membros mulheres, embora a associação afirme cerca de 300 sócios. O objetivo é ensinar as mulheres indonésias como ser "boas esposas" aos olhos da família e do marido e ao mesmo tempo, reforçar os princípios da fé islâmica nas esposas.
Para a sra. Puspita, chefe do clube, o verdadeiro objetivo é inculcar nas mulheres o desejo de "aceitar" a poligamia, se o caso for decidido pelo marido. E para fazer isso, o presidente usa o exemplo do carro: o marido é o motorista e a mulher deve assumir a atitude de  um "bom" passageiro, fiel, submisso e obediente.
A tentativa de introduzir a lei islâmica através do princípio da poligamia na Indonésia - proibido por lei - é denunciada por ativistas dos direitos das mulheres. Eles se lembram como o OWC é o fruto do controverso 'Clube Poligamia', que foi fundado por conservadores e fundamentalistas islâmicos de grupos com vínculos com Ikhwan Global em outros países, incluindo Tailândia e Singapura.
O poderoso Conselho Ulema da Indonésia (MUI) apoiou a criação dos clubes e afirma que não é contrário aos ditames da Sharia, ou lei islâmica. Gusrizal Gazahar, vice-chefe do MUI de Padang, em Sumatra Ocidental, disse que "é dever de toda mulher muçulmana obedecer ao marido em tudo".
Entre os primeiros críticos da associação está Linda Agumar Gumelar, ministra indonésia  do empoderamento das mulheres, segundo a qual ela representa "um passo para trás" para a sociedade e o caminho para a igualdade entre os dois sexos". A Comissão Nacional Indonésia para as Mulheres - mais conhecido como Komnas Perempuan - também aponta o dedo ao prefeito de Bogor Diani Budiarto (também o protagonista do episódio em que ele se opôs à construção da Igreja Católica na Yasmin), já que ele recentemente se casou com sua quarta esposa, uma menina de apenas 18 anos. (Fonte)

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Onde é que Jesus diz na Bíblia que ele é Deus?

Quem está habituado a conversar com Muçulmanos, a ler seus livros, sites ou qualquer coisa oriunda deles já deve ter perdido a conta de quantas vezes os ouvira/leram perguntar: Onde é que Jesus disse que ele era Deus?

Já fui questionado de diversas formas diferentes com a mesma pergunta. Espero que essa resposta esclareça esse assunto que é tão importante.
EM LUGAR ALGUM Jesus diz “Eu sou Deus, me adorem”.
Suponha que um homem realmente apareça dizendo,
“eu sou Deus, me adorem”.
Você acreditaria nele?
Você o adoraria?
A reação imediata de qualquer crente monoteísta seria de chamar a pessoa que diz isso de um impostor e blasfemo. Se essa for sua reação também, então por que você exigiria algo de Jesus que você não aceitaria de forma alguma? A maioria chamaria de insano qualquer um que fizesse essa afirmação. Jesus conhece sua reação natural melhor do que ninguém, e não viu nenhuma razão para fazer afirmações de um jeito tão tolo. Mas, ele fez essa afirmação de modos indiretos, e muito claros.
Talvez você é mais cuidadoso e aberto e não quer negar completamente essa afirmação... Afinal, dizer que Deus não é capaz de vir e aparecer em forma de homem seria restringir seu poder, e você crê que Deus é todo poderoso, ... mas, ao menos, você exigiria provas conclusivas dessa afirmação de divindade, não exigiria? Porque se você adorar alguém que não é Deus você seria culpado de idolatria. Mas, se recusar a adorara Deus quando ele ordena que o adorem é, igualmente, um grande pecado.
No fim, o que importa não é a existência dessa declaração literal, mas há clara evidência de que ele é, de fato, Deus, sem importar se ele se autodeclarou ou não. Se há evidência clara de sua identidade divina, então você deve adorá-lO mesmo que as palavras de sua ordem não sejam precisamente do modo que você achava que deveriam ser. Não podemos ensinar a Deus o modo como Ele se revela, temos de aceitar.
Por exemplo, no Evangelho segundo João, (falando da vida eterna) Jesus diz, “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá.” (João 11:25). Ele faz uma oferta de vida eterna condicional à fé em sua própria pessoa. Isso seria blasfêmia para qualquer um que não fosse Deus. Essa é uma declaração incrível. Ele deu alguma evidência de autoridade para fazer essa declaração? O registro dá mais detalhes do que aconteceu nesse dia em particular, mas, no fim, lemos “E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! Saiu o que estivera morto, ligado os pés e as mãos com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir.” (João 11:43-44).
Quando você lê os Evangelhos com cuidado, você perceberá que Jesus consistentemente:
·        Fala como se fosse Deus,
·        Age como se fosse Deus,
·        Dá evidência para suas declarações realizando sinais miraculosos.
Após três anos com seus discípulos, lemos como um deles pede a Jesus para que pudessem ver o Pai (Deus).
“Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é que faz as suas obras. Crede-me que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras.” (João 14:10-11)
Jesus esperava que os discípulos e as pessoas à sua volta reconhecessem sua verdadeira natureza e sua identidade a partir de suas palavras, as quais são apropriadas apenas a Deus e a partir de suas ações. Jesus dá provas o bastante e deixa que você tire suas próprias conclusões. Qualquer um pode declarar-se Deus. E muitos se declararam (um) deus ao longo da história. Apenas o Deus verdadeiro poderia dar evidência disso, e se você tiver as evidências, então não há necessidade de ordens explícitas para adorarem-no. A frase “eu sou Deus” não adiciona nada à substância da questão a respeito de sua identidade. Sua verdadeira identidade é estabelecida pelas provas dadas, não por dizeres que qualquer um pode dizer. Após ele dar a evidência, não há mais necessidade de declarações. Aqueles que estão abertos à verdade reconhecerão a evidência, aqueles que ignoram a evidência não se convencerão nem mesmo que ele adicione a frase “eu sou Deus”. E, se você já reconheceu sua verdadeira identidade, adorá-lo é a única resposta adequada e quase “automática” possível.
Sei que este é um pensamento incrível e inacreditável. É por isso que até mesmo os discípulos levaram algum tempo para realmente compreender tudo. Eles apenas começaram a compreender o sentido de tudo após a morte e ressurreição de Jesus, após encontrarem-se com o Senhor ressuscitado.
No Evangelho segundo João, no fim do capítulo 20, e no Evangelho segundo Mateus, no fim do capítulo 28, lemos como Jesus recebe adoração e a aceita. Embora ele jamais ordenasse adoração, ele aceita tal adoração e a confirma como adequada.
Desta forma, os Muçulmanos argumentam:
EM LUGAR ALGUM Jesus diz “Eu sou Deus, me adorem”.
E entenda isso como "Em lugar nenhum Jesus diz “Eu sou Deus, me adorem”."
E até que você, Muçulmano, está certo se tomar isso num sentido literal. Ele nunca disse essas exatas palavras. Mas, ele torna essa declaração muito clara de outras formas. Abra seus olhos e você verá que a formulação correta desse argumento é
EM ALGUM LUGAR Jesus diz “Eu sou Deus..."
E esse lugar em que Ele diz isso é em suas atitudes.
Fonte: http://www.answering-islam.org/portugues/jesus/lugaralgum.html
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'Farfour' - O Mickey Mouse terrorista do Hamas

'Farfour' é um personagem que vivia suas aventuras em um programa infantil do canal Al-Aqsa, pertencente ao grupo terrorista Hamas, na Palestina.
Ele ensinava as crianças a morrer como mártires na Jihad contra Israel, mas acabou sendo morto no último episódio por um interrogador Israelense. Após isso, seu primo surge par ajudar as crianças a lutarem contra Israel.
O canal que exibe esse programa foi banido da França por apresentar doutrinamento anti-Sionista. Mas, pior do que isso, é que esse doutrinamento é feito para as crianças, fazendo-as crescer como suicidas e militantes contra Israel.

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10 provas de que o Alcorão oprime e insulta as mulheres

O status das mulheres no mundo Árabe é razão para críticas freqüentes contra o Islã. As mulheres ocidentais têm fixado seu olhar na poligamia, véus e em outras desigualdades nos países Muçulmanos, e estão interessadas sobre a rápida expansão do Islã. Enquanto os críticos ocidentais acusam o Islã de ensinar a inferioridade feminina, os Muçulmanos comumente sustentam que qualquer disparidade entre homens e mulheres são resultados de diferenças culturais e não da lei Islâmica.
Apologetas Muçulmanos têm feito um trabalho incrível para convencer as pessoas de que Mohamed foi um campeão dos direitos das mulheres. De fato, os argumentos para a liberdade das mulheres por Mohamed têm convencido alguns de que “Mohamed foi, provavelmente, o maior campeão dos direitos femininos que o mundo já viu.” Descrições da melhora causada por Mohamed à área dos relacionamentos entre os dois sexos abundam nos escritos Muçulmanos:
Vamos analisar 4 fatos a respeito da visão de Mohamed (Maomé) sobre as mulheres:

FATO 1 – O Alcorão permite (ou, talvez, ordena) os homens agredirem suas esposas para que elas o sirvam. Se uma esposa não dá ouvidos ao seu marido, o marido pode admoestá-la. Se isto não surtir efeito, ele deve fazê-la dormir numa cama separada. No entanto, se a esposa continuar a não respeitar a autoridade de seu marido, mesmo depois de ela ter sido mandada para outra cama, o marido é orientado a puni-la fisicamente. Considere o seguinte verso:

"Os homens têm autoridade sobre as mulheres, pelo que Allah preferiu alguns a outros, e pelo que despendem de suas riquezas... E àquelas (mulheres) de quem temeis a desobediência, exortai-as, pois, e abandonai-as no leito, e batei-lhes". Alcorão 4:34

FATO 2: Segundo Mohamed, as mulheres carecem de bom senso porque suas mentes são deficientes. Claro que esta declaração não passará sem ser contestada. Para seu crédito, Mohamed permitiu às mulheres questionarem-no a respeito de suas deficiência mentais. Sua resposta para essas questões foi iluminadora:

[Mohamed disse]: Oh, mulheres, vocês poderiam fazer mais caridade e pedir ainda mais por perdão porque eu as vi em um volume muito maior entre os habitantes do Inferno. Uma moça sábia dentre elas disse: Por que disso, Mensageiro de Allá, que nosso grupo [de mulheres] é um grupo maior no Inferno? A respeito disso o Sagrado Profeta observou: vocês praguejam demais e não ingratas aos seus maridos. Eu não vi ninguém carecendo de bom senso e nem falhando para com a religião, mas (ao mesmo tempo) roubando a sabedoria dos sábios, ninguém exceto vocês. A respeito disso a mulher comentou: O que há de errado com nosso bom senso e religião? Ele (o Sagrado Profeta) observou: Sua carência de bom senso (pode ser bem julgado a partir do fato) da evidência de que duas mulheres equivalem a um homem; isto é uma prova de sua carência de bom senso.

O Profeta (que a benção e a paz de Allá sejam sobre ele) disse: “O testemunho de uma mulher não é, porventura, equivalente à metade do de um homem?” As mulheres responderam: “Sim”. Ele disse: “Isto se dá por causa da deficiência da mente dela (i.e. das mulheres).”

FATO 3: Mohamed ofereceu às mulheres pouca esperança para a pós-vida:De fato, ele claramente diz que a maioria dos habitantes do inferno são mulheres, as quais são ingratas aos seus maridos (penso que ele nunca sugeriu que maridos ingratos receberão punição semelhante). Isto significa que após ser advertida, mandada para uma cama separada e apanhar de seu marido, a teimosa esposa pode olhar para o futuro eterno no inferno:

O Profeta (que a benção e a paz de Allá sejam sobre ele) disse: “Eu vi o paraíso e estiquei minhas mãos a um cacho (de frutas) e tivesse eu pegado-o, vocês teriam comido dele porquanto o mundo continuasse a existir. Eu também vi o Inferno de fogo, e nunca tive uma visão tão horrível. Vi que a maioria dos habitantes dele eram mulheres.” O povo perguntou: “Oh, Apóstolo de Allá! Por que isso?” O Profeta (que a benção e a paz de Allá sejam sobre ele) disse: “Por causa da ingratidão delas.” Foi perguntado se elas são ingratas a Allá. O Profeta (a benção e a paz de Allá sejam sobre ele) disse: “Elas são ingratas a seus companheiros de vida (maridos) e ingratas às boas obras.”

[Mohamed disse], “Oh, mulheres! Dêem-se à caridade, porque eu tenho visto que a maioria dos habitantes do Inferno de fogo são mulheres”. As mulheres perguntaram, “Oh, Apóstolo de Allá! Qual é a razão disso?” Ele disse: “Oh, mulheres! Vocês praguejam frequentemente e são ingratas a seus maridos. Eu não tenho visto ninguém mais deficiente de inteligência e religião do que vocês. Oh, mulheres, algumas de vocês podem levar um homem cuidadoso a desviar-se.”

FATO 4: O Alcorão permite que os Muçulmanos façam sexo com as mulheres cativas e com escravas (i.e. aquelas “as quais sua mão direita as possui). Como os exércitos Muçulmanos invadiram cidade após cidade, eles capturaram muitas mulheres, as quais poderiam frequentemente ser vendidas ou negociadas. Ainda, já que os homens Muçulmanos estava a um longo caminho de suas esposas, eles precisaram da sabedoria de Deus para guiá-los em seu tratamento para com as mulheres capturadas:

Os Crentes devem (eventualmente) vencer as dificuldades — Aqueles que se humilham em suas preces; que evitam conversas vãs; que são ativos em suas obras de caridade; que se abstêm do sexo, exceto com aquelas que se unem a eles pelo laço do casamento, ou (cativas) que sua mão direita possui — porque (neste caso) eles estão livres de culpa. 

Não àqueles devotos à oração — Aqueles que permanecem firmes em suas orações... e aqueles mantém a verdade no Dia do Julgamento, e aqueles que temem desagrado de seu Senhor — Porque o desagrado de seu Senhor é o oposto à Paz e Tranqüilidade — e aqueles que guardam sua castidade, exceto com suas esposas e as (cativas) que sua mão direita possui — Porque (então) eles não serão culpados

---Avaliação---

Mohamed melhorou a vida das mulheres da Arábia de algumas formas, claro que se comparado ao que era antes. No entanto, os Muçulmanos usam esse fato como uma evidência do ofício profético de Mohamed. Tal argumento é absurdo. Tudo o que está implicado pela melhora da vida das mulheres é que o Islã não é tão ruim quanto a cultura antes dele, que diz mais sobre os pagãos do que sobre os Muçulmanos. Realmente, como temos visto, Mohamed permitiu o abuso marital, afirmou repetidas vezes que as mulheres têm mentes inferiores, declarou que a maioria das pessoas no inferno é de mulheres, e permitiu que seus homens fizessem sexo com as cativas. Esta situação ainda provavelmente era melhor do que a situação das mulheres antes da ascensão do Islã; porém, Mohamed estava longe de ser “o maior campeão dos direitos humanos que o mundo já viu”.

Para mais, visite http://www.answering-islam.org/portugues/mulheres/acoitecama.html

Eu sou um Muçulmano, e com orgulho!

É muito fácil encontrar exemplos de muçulmanos proclamando pessoalmente ou na internet que eles são "Orgulhosos de ser muçulmano". Toda vez que ouço essa declaração, eu nunca deixo de me perguntar, do que é exatamente que os muçulmanos são tão orgulhosos?
Suas mulheres são escravizadas e tratadas como crianças, seus países de terceiro mundo são estagnados por uma religião, obviamente, fora de moda, que torna esses países muito menos desenvolvidos que quaisquer outros países do terceiro mundo, sua juventude está constantemente irritada, eles são carentes em todos os campos de estudos seja literatura, ciência ou da descoberta científica, o analfabetismo é extremamente alto, eles não conseguiram reformar o Islã para torná-lo uma religião mais aceitável em um mundo muito diferente do século 7, e os seus países não têm a liberdade de expressão.
Eu posso seguir longamente e, possivelmente, escrever um livro inteiro sobre os problemas gerais e mais graves, muitos dos quais são exclusivos para as comunidades muçulmanas e são causados pelo Islã. Crimes em países islâmicos e seus problemas são ignorados e escondidos, não tratados porque os problemas supostamente não deveriam existir em uma sociedade islâmica. Os muçulmanos desenvolveram um fetiche por encontrar falhas no Ocidente, como se isso faz fizesse suas próprias falhas desaparecem.
Mais uma vez, de que é que os muçulmanos são tão orgulhosos?
Casamento em massa organizado pelo Hamas (Palestina)
Os muçulmanos seguem um árabe morto que não podia resistir à sua atração sexual por uma criança e acabou fazendo sexo com uma menina de 9 anos chamada Aysha, como admitido pela própria Aysha em incontáveis ​​hadith. Eles seguem um árabe morto que ordenou que as pessoas fossem apedrejadas à morte, que ordenou que as mãos das pessoas e os pés fossem cortados em pequenos furtos, que é responsável pelo assassinato de milhares de não-muçulmanos. Os muçulmanos seguem uma completa fraude que ensinou ódio e uma religião de divisão.
Mais uma vez, de que é que os muçulmanos são tão orgulhosos?
Vejam essa loucura. Allah não existe, Mohamed (isto é, Maomé, Muhammad, etc) mentiu, roubou, matou... Tudo está evidente quando você conhece um pouco de história. Todas as falhas incontáveis ​​do Islã começam a fazer sentido. O Islã é o laço que estrangula os muçulmanos e os impede de produzir um país moderno.
Este artigo não é para ridicularizar ou insultar os muçulmanos, mas para fazê-los pensar sobre as suas circunstâncias e enfrentar a realidade. Quanto tempo mais os muçulmanos vão viver em negação e dizer que esses problemas não existem. Para melhorar, o primeiro passo é reconhecer que há um problema. É por isso que este artigo foi escrito, por isso o leitor muçulmano deve reconhecer que existe um problema e começar a fazer algo sobre isso. Em vez de perder tempo se curvando para a parede em seus quartos, os muçulmanos precisam gastar seu tempo resolvendo os problemas que enfrentam os países de maioria muçulmana. Desculpem-me os muçulmanos, mas admirar de um guerreiro morto que teve relações sexuais com uma criança não é algo para se orgulhar, mas algo de que se envergonhar.

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