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Religião de paz?

Este breve post é uma resposta ao blog "Hamzaabdullah357" (Leia aqui) a respeito de um artigo sobre o Islamismo e a espada.
Que a maioria, pelo menos aqui no Ocidente, dos Muçulmanos são pessoas pacíficas e que zelam pela moral, ética e convivência harmoniosa com pessoas de credos diferentes eu não tenho a menor dúvida.
Mas, dizer que o Islamismo é em si uma religião igualmente pacifista, considero um erro grave e uma afirmação de quem procura ser indiferente com os fatos.
Há muita diferença entre o indivíduo que em nome do Cristianismo mata alguém ou empreende guerras. Além de um movimento Cristão que gere guerras ser algo muito incomum hoje em dia, os que assim agiram não seguiram qualquer ensino Cristão.
Vejamos. Jesus ensinou que os mansos hão de herdar o Reino dos céus e que se alguém agredir nosso lado, devemos dar o outro lado também. Aprendemos desde cedo a não pagar o mal com o que é mau.
A Igreja Cristã (entenda ‘Igreja’ por aquele ajuntamento de quaisquer pessoas que professam autêntica fé em Cristo de qualquer denominação dita ‘Cristã’) cresceu com os Cristãos morrendo. Foram massacrados pelos Judeus e depois pelos Romanos sem, no entanto, erguerem a mão. Há alguma negação a isso?
No entanto, no Islamismo é diferente. Se alguém diz que o Islamismo prega amor ao próximo, este alguém simplesmente ignora dezenas e dezenas de ayahs (versos do Alcorão) que dizem o oposto.
Por exemplo:
4:89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.
Ibn Kathir, um dos mais proeminentes Muçulmanos dos tempos antigos, comenta sobre este verso:
“Eles esperam que vocês deixem de crer em Muhammad e no Alcorão tal como eles descreem, para que estejam em igualdade com eles seguindo a idolatria. Então não escolham eles como amigos religiosos ou nem procurem ajuda ou assistência deles até que abandonem suas casas, até que creiam novamente e migrem de volta ao caminho de Allah em obediência a Allah; se eles abandorem a fé e partirem para fora, tomai-os como prisioneiros e os mate onde quer que os encontreis em lugar Sagrado ou em qualquer outro lugar...” (FONTE)
E o que dizer de quantas guerras que Mohamed empregou? Será que algum Muçulmano tem caráter suficiente para citá-las todas (ou o máximo possível) demonstrando a razão do início das guerras e a atitude de Mohamed?
Quer dizer? Seremos cegos dizendo que o Islam é uma religião de paz se até mesmo a paz tem de ser paga? Se para eu ser Cristão em meio a um país comandado pela Lei Islâmica eu tenho que pagar uma taxa simplesmente por não ser da religião deles? E esse pagamento é por proteção? Proteção de que? Para proteger os Cristãos dos Muçulmanos? Que ironia!
E por que não comparar Jesus e Mohamed? Ninguém nunca jamais encontrará qualquer conduta que denigra a imagem de Cristo. E quanto a Mohamed? Podemos fazer uma tabela numerando as coisas boas que ele fez e suas más? Alguém se propõe a isso?
Mohamed simplesmente matava qualquer um que se opunha a ele. Ele não vivia pela fé, vivia pela espada. Preciso citar diversas Hadiths para isso? Preciso me dar ao trabalho de abrir os Sahih Muslim, Bukhari, abrir Dawud? Ou será que os Muçulmanos não conhecem isso? Se não conhecerem o que Mohamed fazia toda vez que alguém se opunha a ele, terei o prazer de abrir cada livro e citar diversos exemplos.
Então, colegas Muçulmanos, fico feliz que busquem a paz e a convivência harmoniosa com os de outras religiões. Essa atitude demonstra que vocês estão acima do Alcorão, acima dos relatos da Sunnah, acima de Mohamed. Nenhum dos três tem a atitude que vocês tem.
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2 comentários:

  1. E a "mardita" da Rede gLobo ainda mostrava essa porcaria de religão como bonita, em contraste com a imagem que mostra de evangélicos, como sendo pessoas "do mal", dogmáticas, superficiais, burras, etc.

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  2. Maometanos: "Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele" (Jo. 8,44).

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