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Uma lista parcial de problemas e contradições no Alcorão

Esta é uma lista parcial de problemas encontrados no Alcorão, as quais, segundo nosso conhecimento, permanecem sem resposta. Seus pensamentos, comentários ou explicações para qualquer um dos pontos abaixo são bem-vindos.

1. Criação: O relato bíblico do Gênesis diz que Deus criou tudo em seis dias (veja Gênesis 1:1 – 2:2). O Alcorão, porém, tem um problema de verdade aqui já que a Surah 41:9, 10, 12 tem um total de oito dias de criação (4+2+2=8). Enquanto isso, a Surah 10:3 dá um total de seis dias de criação. Isso é um problema de auto-contradição.

2. Faraó: Segundo o Alcorão (Surah 7:120-125), o Faraó usou a crucificação contra os sacerdotes – uma prática que não tem nenhuma evidência histórica precedente ao Império Babilônico. Mais uma vez, este é um problema de compreensão histórica.

3. O Bezerro de Ouro: Segundo o Alcorão (Surah 20:90-100), um Samaritano ajudou os Israelitas a construir o bezerro de ouro, e o bezerro de ouro teria mugido após sair do fogo. Na realidade, os Samaritanos não existiam como povo até pelo menos 1000 anos após os tempos de Moisés e do êxodo Israelita do Egito. Novamente um problema de compreensão histórica.

4. Judaísmo: Segundo o Alcorão (Surah 9:30), os Judeus crêem que Ezra é o Filho de Deus – Messias. Isso jamais foi uma doutrina do Judaísmo. Isso é um claro problema de conhecimento distorcido de outras religiões e mal conhecimento de um fato histórico.

5. Alexandre, o Grande: Segundo o Alcorão (Surah 18:89-98), Alexandre, o Grande, foi um devoto Muçulmano e viveu até idade avançada. Os registros históricos, porém, mostram que Alexandre morreu jovem aos 33 anos de idade (353 – 323 a.C.), e acreditava ser divino, forçando as outras pessoas a reconhecerem-no como deus. Na Índia, no rio Hyphasis (agora rio Beas), Alexandre erigiu doze altares dos deuses do Olímpo. Mais uma vez o Alcorão mostra erros históricos e religiosos.

6. A Trindade: Segundo o alcorão (Surah 5:116, 5:73-75), os Cristãos crêem em “três deuses” – Pai, Mãe e Filho. Isso mostra a influência de seitas Cristãs heréticas na Arábia Central nos tempos de Muhammad. Em contraste, o Cristianismo sempre teve bem claro que a Trindade consiste do Pai, Filho e Espírito Santo. O ensino do Alcorão sobre a Trindade indubitavelmente causa uma confusão entre os Muçulmanos sobre o que a Bíblia ensina sobre o Deus Triuno.

7. Maria: Segundo o Alcorão (Surah 19:28; 3:33-36), Maria, a mãe de Jesus, era filha de Imran ou Amram, o pai de Moisés e Aarão. Também diz que Maira era irmã de Moisés e Aarão. Muhammad confundiu Maria com Miriã.
Um segundo ponto interessante sobre Maria é a história da palmeira falando e oferecendo seus frutos a ela (Surah 19:23). Essa lenda é facilmente rastreada junto a lendas similares nos apócrifos “Proto-Evangelho de Tiago”, “Pseudo-Mateus” e “o Evangelho da Natividade de Maria”, todos escritos nos séculos IV e VI, e foram cridos por sectários da Arábia. (Informações mais profundas sobre as fontes do Alcorão podem ser encontradas no The Religion of the Crescent do Rev. W. St. Clair Tisdall).

8. Variantes textuais do Alcorão: Muitos Muçulmanos dizem que o Alcorão de hoje é idêntico às revelações recebidas por Muhammad. Porém, há uma quantidade esmagadora de evidências sem respostas que dizem o contrário. Isso inclui as evidências de variações tanto antes quanto depois de Othman (o terceiro Califa, também chamado de Uthman, Osman, Osmã, etc).
Como vemos e respondemos a esses problemas não resolvidos de conhecimento lógico, histórico e religioso? Embora não sirvam como base para nossa crença de que o Alcorão não é a revelação de Deus (já que há assuntos de muito maior conseqüência entre a mensagem da Bíblia e a mensagem do Alcorão), eles nos mostram que há problemas legítimos na crença de que o Alcorão é a revelação de Deus aos homens, já que Deus é sabedor de tudo e infalível, portanto não daria informações errada. Como Cristãos, encontramos as respostas na Bíblia. Números 23 nos diz,
Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? (vs 19

Deus, que é conhecedor de tudo e poderoso, não pode errar em sua revelação ao homem. Os problemas no Alcorão e as diferenças entre a Bíblia e o Alcorão são numeroso, deixando um dificuldade sem solução para o Islã que diz ser o cumprimento da Bíblia. 

* Extraído do meu site: www.answering-islam.org/portugues *

135 pessoas autorizadas a deixar o Islã na Malásia

KUALA LUMPUR - O governo federal permitiu que 135 pessoas deixassem o Islã entre 2000 a 2010, Datuk Seri Jamil khir Baharom disse hoje.

Um total de 686 pessoas procuraram os tribunais da Syariah por todo o país para deixar o Islã nesses dez anos, disse o ministro.

Detalhes específicos, contudo, não foram fornecidos, apenas uma discriminação de pessoas que deixaram o Islã (apostasia) de acordo com os estados.

Sabah registrou o maior número de casos de apostasia (237, 67 permitidos pelo governo), seguido por Negri Sembilan (172, 33 permitidos), Territórios Federais (56, 10 permitidos), Penang (36, 1 permitido).

Sarawak e Terengganu registraram o menor número de casos de apostasia (1 para cada estado), enquanto Kelantan não possui indicações.

"Ao enfrentar a questão da apostasia (pessoas que deixam o Islã), o departamento do estado Islâmico (JAIN) sempre realiza programas e atividades para evitar que esse incidente ocorra, principalmente entre os novos convertidos.

"Entre os programas oferecidos estão os serviços de aconselhamento, aulas de reforço religioso, aulas de religião e suporte Baitulmal", Jamil (foto) disse em uma resposta escrita à Er Teck Hwa (Bakri-DAP) hoje.

Geralmente os Muçulmanos não são autorizados a deixar sua fé na Malásia, a menos que haja circunstância especiais, usualmente envolvendo conversão de outros.

Embora pareçam poucos os apóstatas do Islã, deve-se ter em mente que, geralmente, esses novos convertidos ao Cristianismo precisam abandonar suas famílias, casas e seu país e se refugiarem em outro país devido às retaliações. Isso se torna a principal razão para não haver uma igreja ilegal forte na Malásia, pois a maioria dos novos convertidos abandonam o país.

Oremos pelos Cristãos da Malásia para que permaneçam em seu país e que possam levar mais pessoas à fé em Jesus Cristo.

A polícia de Londres está fazendo vista grossa à violência de Muçulmanos extremistas

A polícia seria racista, intolerante e islamofóbica para os Muçulmanos se prendesse quem desrespeita a lei, assim como é racista, intolerante, e islamofóbica a pessoas que posta esta notícia. A única coisa tolerante, equilibrada e racional a se fazer é se curvar ao Islã.

LONDRES - As vítimas dizem que os policiais no bairro de Tower Hamlets têm ignorado ou subestimado surtos de crime de ódio e suprimido provas da implicação de Muçulmanos em crimes porque temem ser acusados de racismo.

As reivindicações vêm de quando quatro Muçulmanos de Tower Hamlets foram presos por pelo menos 19 anos por agredir um professor branco local que dava aulas de estudos religiosos para meninas Muçulmanas.

O Sunday Telegraph revelou mais de uma dúzia de outros casos em Tower Hamlets, onde Muçulmanos e não-Muçulmanos têm sido ameaçados ou agredidos por comportamentos considerados como um violação fundamentalista das "normas islâmicas."

Uma vítima, Mohammed Monzur Rahman, disse que ficou parcialmente cego e com um ombro deslocado após ser atacado por uma multidão em Cannon Street Road, Shadwell, por fumar durante o mês sagrado Muçulmano (o Ramadã) no ano passado.

"Dois caras me pararam na rua e me perguntaram porque eu estava fumando", disse ele. "Eu só segui meu caminho, e antes que eu percebesse outra dúzia de caras veio e me atacou. A próxima coisa que eu me lembro era que eu estava acordando no hospital".

"Ele relatou o caso à polícia e eles simplesmente disseram que não poderiam rastrear ninguém porque não havia testemunhas", disse Ahmed Ansar Ullah, um ativista anti-extremismo local que aconselhou o Sr. Rahman. "Mas há CCTV (circuito de câmeras) nessa rua e ela está repleta de lojas e pessoas."

Professores em várias escolas locais disseram ao Sunday Telegraph que eles se sentem "sob pressão" de extremistas Muçulmanos locais, que montaram campanhas através de pais e alunos - e, em um caso, através de um outro professor - para fazer cumprir o uso obrigatório do véu para as meninas Muçulmanas. "Foi totalmente orquestrado", disse um professor. "A atmosfera tornou-se extremamente desagradável por um tempo, com agressão verbal constante de ambas as crianças..."

Um professor na escola primária Green Bigland, Nicholas Kafouris, no ano passado levou o conselho a um tribunal do trabalho, dizendo que ele foi forçado a sair de seu trabalho por reclamar que os alunos Muçulmanos praticavam bullying racistas e anti-semita e diziam que apoiavam o terrorismo. O sr. Kafouris perdeu o caso, embora a escola tenha admitido que a ação havia sido insuficiente contra o comportamento de alguns alunos. O número de agressões a professores em Tower Hamlets, resultando em exclusões, mais do que dobrou de 190 em 2007/8 para 383 em 2008/9, o último ano disponível, embora nem todos sejam necessariamente relacionados a raça.

A comunidade gay de Tower Hamlets "tornou-se um alvo particular dos extremistas. Crimes homofóbicos no bairro subiram 80 por cento desde 2007/8, e 21 por cento no último ano, período em que houve uma ligeira queda em Londres como um todo. [FONTE]
 

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